Polícia

Médica desaparecida foi encontrada

morta e enterrada em Rio das Ostras.

Conforme informações da Polícia Civil, a morte ocorreu em julho de 2023

Ela foi encontrada morta e enterrada no quintal de sua residência na tarde de segunda-feira (4) em Rio das Ostras–RJ. Conforme informações da Polícia Civil, a morte ocorreu em julho de 2023, a médica Glaubenia Serpa Costa, de 53 anos.


Segundo as autoridades policiais, o principal suspeito foi um funcionário, que, durante depoimento, admitiu a autoria do crime e indicou o local do corpo, bem como a faca utilizada no assassinato. A Polícia Civil também revelou que as redes sociais e as contas bancárias da médica estavam sendo manipuladas para evitar suspeitas. Além disso, o veículo da vítima estava registrado em nome do suspeito e foi apreendido pela delegacia.


O desaparecimento da médica, residente em Rio das Ostras, mas natural do Ceará, estava sob investigação desde janeiro deste ano, após solicitação do Ministério Público.

O inquérito está em curso, e o suspeito, conforme informações policiais, enfrentará acusações de ocultação de cadáver e feminicídio. Outras pessoas ainda serão chamadas para prestar depoimento, incluindo a esposa do suspeito.

Recaptura dos foragidos da Penitenciária Federal de Mossoró

A dupla foi localizada pela PF em uma ponte no município de Marabá, no Pará.

Nesta quinta-feira (4), Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, conhecido como “Tatu”, e Deibson Cabral Nascimento, 33 anos, conhecido como “Martelo”, fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, foram capturados pela polícia federal (PF).

A Polícia Federal (PF) recapturou, nesta quinta-feira (4), Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, conhecido como “Tatu”, e Deibson Cabral Nascimento, 33 anos, conhecido como “Martelo”, fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. A dupla foi localizada em uma ponte no município de Marabá, no Pará.


“Na tarde desta quinta-feira (4), em uma ação conjunta das polícias Federal e Rodoviária Federal, foram presos, em Marabá–PA, os foragidos do Sistema Penitenciário Federal Rogério Mendonça e Deibson Nascimento”, informou a PF em nota.


Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento fugiram da Penitenciária Federal de Mossoró no último dia 14 de fevereiro; foi a primeira fuga registrada na história do sistema penitenciário federal, que ainda possui unidades em Brasília, Catanduvas, no Paraná; Campo Grande, Mato Grosso do Sul; e Porto Velho, em Roraima. A Polícia Federal (PF) recapturou, nesta quinta-feira (4), Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, conhecido como “Tatu”, e Deibson Cabral Nascimento, 33 anos, conhecido como “Martelo”, fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. A dupla foi localizada em uma ponte no município de Marabá, no Pará.


“Na tarde desta quinta-feira (4), em uma ação conjunta das polícias Federal e Rodoviária Federal, foram presos, em Marabá–PA, os foragidos do Sistema Penitenciário Federal Rogério Mendonça e Deibson Nascimento”, informou a PF em nota.

Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento fugiram da Penitenciária Federal de Mossoró no último dia 14 de fevereiro. Foi a primeira fuga registrada na história do sistema penitenciário federal, que ainda possui unidades em Brasília, Catanduvas, no Paraná; Campo Grande, Mato Grosso do Sul; e Porto Velho, em Roraima.


A recaptura dos fugitivos envolveu uma força-tarefa composta por autoridades locais e federais.

Como a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar do estado. A Força Nacional também foi acionada para auxiliar na operação, mas se retirou da força-tarefa em 30 de março após 46 dias de busca. A partir desse momento, as buscas passaram a ser focadas em ações de inteligência, segundo o Ministério da Justiça.

Recaptura dos bandidos


A recaptura dos fugitivos envolveu uma força-tarefa composta por autoridades locais e federais, como a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar do estado. A Força Nacional também foi acionada para auxiliar na operação, mas se retirou da força-tarefa em 30 de março após 46 dias de busca. A partir desse momento, as buscas passaram a ser focadas em ações de inteligência, segundo o Ministério da Justiça.


Segundo um levantamento envolvendo as forças federais, teve um custo total de R$ 2,1 milhões aos cofres públicos. Dessa quantia, R$ 497.812 foram destinados à Polícia Federal, R$ 372.218,62 para a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e R$ 1.245.549 para a Força Nacional.


Fuga dos criminosos


Os dois presos, originários do Acre, estavam na unidade desde setembro de 2023 e eram membros da facção criminosa Comando Vermelho. A fuga ocorreu no dia 14 de fevereiro, quando os detentos abriram um buraco atrás de uma luminária e cortaram duas cercas de arame utilizando ferramentas provenientes de uma obra em andamento no local.


Esta foi a primeira fuga registrada na história do sistema penitenciário federal, que engloba penitenciárias em Brasília–DF, Catanduvas–PR, Campo Grande–MS e Porto Velho–RO. A segurança dessas unidades tem sido alvo de atenção especial por parte das autoridades, visando evitar a ocorrência de novas fugas.


O que concluiu investigação sobre os fugitivos de Mossoró


A Corregedoria-Geral da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), órgão ligado ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública, divulgou um relatório que aponta a responsabilidade de servidores da Penitenciária Federal de Mossoró–RN na fuga de dois detentos ocorrida no dia 14 de fevereiro.


Dez servidores vão responder a processos disciplinares


De acordo com uma nota divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta terça-feira, 2, foram abertos três Processos Administrativos Disciplinares (PADs) envolvendo 10 servidores.


Outros 17 servidores assinarão Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), comprometendo-se a tomar uma série de medidas corretivas, incluindo a participação em cursos de reciclagem.


Conforme reportagem do jornal Estadão, os criminosos encontraram várias facilidades que possibilitaram sua fuga da penitenciária no Rio Grande do Norte. Algumas câmeras de segurança não estavam funcionando adequadamente e havia luzes apagadas no momento da fuga.

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